Neste período em que vivemos, se manter isolado é uma necessidade indiscutível. Reduzir a taxa de contaminação pelo COVID-19 é essencial para a sobrevivência da saúde e da economia mundial. Entretanto, o período de quarentena pode não ser nada confortável. Afinal, a sociedade precisa lidar com o distanciamento de entes queridos, a restrição do direito de ir e vir, as incertezas que rondam a doença, além do turbilhão de notícias na TV e nas redes sociais.

“Cuidado também com o tempo de exposição às informações. O ideal é escolher um ou dois telejornais. Não passe o dia todo nas redes sociais, pois o turbilhão de informações atrapalha. Tente assistir um filme inteiro sem consultar seu celular. Nossa mente precisa descansar”, pontua o médico psiquiatra do HSM, David Martins.

Como se manter confortável durante a quarentena?

Fonte: https://www.instagram.com/p/B-PKr_1J5tL/

Como se manter confortável durante a quarentena?

Uma das coisas que é mais difícil estando em casa, isolado, por tanto tempo é como se manter confortável durante a quarentena. Porém, é de fundamental importância se manter confortável para que a saúde mental, assim como a imunidade se mantenham bem. Para isso, busque não ficar sempre em um mesmo cômodo da casa, alternando os locais de atividades durante o dia. Busque fazer atividades que não envolvam redes sociais, local onde as diversas notícias podem deixar qualquer pessoa nervosa.

Vestir algo confortável também é essencial!

Ao escolher a roupa para ficar em casa nessa quarentena atente-se ao tecido, s dimensões e a elegância da peça.

De acordo com a infectologista do Hospital VITA Marta Fragoso, a mudança brusca de temperatura afeta todo o organismo, ocasionando uma queda na imunidade e podendo desencadear casos de alergia. “Quando você tem uma temperatura alta, a tendência é que sua pressão seja mais baixa e o seu metabolismo também. Com uma mudança brusca [de temperatura], você acaba sendo exposto a situações de compensação, a processos alérgicos”, explica.

Para manter sua temperatura estável, escolha bem qual roupa vestir. Um moletom em dias frios ou um bom pijama ou babydoll em dias quentes te deixará mais confortável e manterá sua temperatura corporal devidamente bem.

E lembre-se: manter a tranquilidade em casa é o exercício de internalizar que, apesar de estarmos em um momento delicado, é preciso calma. Precisamos ter responsabilidade social, confiar nas autoridades competentes e nos profissionais de saúde. “Exercite estar com sua família e amigos, mesmo que distante. Use a tecnologia e esteja próximo de quem você ama da maneira que for possível. Precisamos esperar fazendo a nossa parte. Exercite a solidariedade, ajudando os mais frágeis e os idosos, que fazem parte do grupo de risco”, orienta a psicóloga Ana Carla Castro, do Núcleo de Estudos em Esquizofrenia do HSM.

 

Fonte:

Secretaria de Saúde do Ceará

Gazeta do Povo

Cada corpo tem uma história. O cuidado com as mamas faz parte dela.

Outubro Rosa

Outubro Rosa – Cartaz do Ministério da Saúde

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum entre as mulheres no Brasil, representando cerca de 25% de todos os casos de câncer que afetam o sexo feminino.  Segundo o INCA, são estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019.  Diante deste cenário, é importante que as informações sobre riscos e possíveis benefícios dos exames de rotina sejam amplamente divulgadas para toda a sociedade.

Como surgiu o Outubro Rosa?

O movimento surgiu em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, onde a Fundação Susan G. Komen for the Cure distribuiu laços cor-de-rosa em referência à luta contra o câncer de mama. A corrida acontece até hoje em Nova Iorque e em outras cidades pelo mundo.

Segundo o site oficial da corrida em Nova Iorque, o evento já arrecadou mais de 80 milhões de dólares em seus 29 anos de existência. Este dinheiro é utilizado para financiar programas locais para ajudar milhares de mulheres e suas famílias e financiar pesquisas nacionais para encontrar as curas.

Desde o surgimento da corrida, diversos países pelo mundo aderiram ao Outubro Rosa como campanha de prevenção e tratamento do câncer de mama.

Durante a cerimônia do Outubro Rosa, Ministério da Saúde e INCA reforçam a mensagem da campanha Outubro Rosa 2019, que, em resumo, destaca os três pilares estratégicos de controle da doença: prevenção primária, diagnóstico precoce e mamografia.

Quais os sintomas do câncer de mama?

O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Mas há outros sinais de câncer de mama. São eles:

  • edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;
  • retração cutânea;
  • dor;
  • inversão do mamilo;
  • hiperemia;
  • descamação ou ulceração do mamilo;
  • secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.

A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, mas pode ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.

Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, embora possam estar relacionados a doenças benignas da mama.

Outubro Rosa - 2019

Outubro Rosa – Campanha do Ministério da Saúde

A conscientização para que mulheres entre 50 e 60 anos, ou que tenham algum dos sintomas citados acima, façam o exame de mamografia é o foco das campanhas do mês de Outubro. Por tanto, o autoexame, apesar de muito importante para que a mulher se conheça melhor, não é suficiente para um diagnóstico.

Por tanto, nós lembramos ainda que é necessário cuidar também da saúde emocional da mulher que passa ou passou pelo câncer. Isto pois, sequelas físicas do câncer podem afetar a mulher, seja psicologicamente, seja por incômodos ao vestir roupas inapropriadas. É de suma importância que haja conforto em qualquer etapa. Ou seja o conforto gerado por palavras ou o conforto de roupas adequadas para mulheres sobreviventes do câncer de mama.

Em 1994, um jovem americano de apenas 17 anos, chamado Mike Emme, tirou a própria vida dirigindo seu carro amarelo. Seus amigos e familiares distribuíram no funeral cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem enfrentando o mesmo desespero de Mike, e a mensagem foi se espelhando mundo afora.

Fonte: ACP

Falar é a Melhor Solução - Setembro Amarelo

Falar é a Melhor Solução – Setembro Amarelo

Neste dia, 10 de setembro, é vivido o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Data em que lembra-se que a saúde emocional é importante e deve ser cuidada da forma correta. O importante é valorizar o conforto ao se falar sobre o tema.

O Setembro Amarelo

O mês de setembro foi escolhido para a campanha de prevenção ao suicídio pois, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. A ideia, é promover ações em todo o país e campanhas em todas as mídias de forma a conscientizar a população sobre a importância de se falar sobre o suicídio.

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano.

São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 01 milhão no mundo. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.

Com o objetivo de prevenir e reduzir estes números a campanha Setembro Amarelo cresceu e hoje conquistamos o Brasil inteiro. Para isso, o apoio das nossas federadas, núcleos, associados e de toda a sociedade é fundamental.

Diz o site oficial da campanha: setembroamarelo.com

Setembro Amarelo

Logomarca Oficial – Setembro Amarelo

O suicídio em números

A Organização Mundial da Saúde – OMS calcula que aproximadamente 1 milhão de casos de óbito por suicídio são registrados por ano em todo o mundo. No Brasil, os casos registrados chegam a 12 mil óbitos por ano. É sabido, no entanto, que esse número é bem maior devido à subnotificação, que ainda é uma realidade.

A cada 40 segundos, uma pessoa morre por suicídio no mundo, o tempo aproximado de leitura desse texto. No que refere-se às tentativas de suicídio, o número é ainda mais assustador: uma pessoa atenta contra a própria vida a cada três segundos.

Quase 100% dos casos de óbito por suicídio estavam relacionados a transtornos mentais, em sua maioria não diagnosticados, tratados de forma inadequada ou não tratados de maneira alguma. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e do abuso de substâncias.

Como participar do Setembro Amarelo?

“o suicídio é uma emergência médica e, por isso, precisa de intervenção especializada para que possa ser evitado. O papel da sociedade na campanha Setembro Amarelo é fundamental para que possamos chegar ao maior número de pessoas possível com ações efetivas de orientação sobre o risco, fatores de proteção e também na emergência do suicídio”

Diz o presidente da Associação Psiquiátrica da América Latina – APAL, o Dr. Antônio Geraldo.

Participar da campanha é estar consciente e informado sobre como identificar aqueles que precisam de ajuda e saber ajudar da forma correta. Você pode começar lendo este artigo e, para mais informações, basta acessar o site oficial da campanha (setembroamarelo.com) e ler as cartilhas que estão disponíveis para download.

Lembramos que é muito importante criar um ambiente confortável para o diálogo aberto sobre os problemas pessoais que possam levar ao suicídio.